11 de maio de 2017

|coisas| do ARCO DA VELHA

Há um ano exatamente, eu fui para Ribeirão Preto acompanhar minha mãe e nessas andanças eu me deparei em um sebo bem bacana por lá (até rolou um post aqui), no sebo eu comprei o livro A casa das orquídeas, livro esse que carrega todo uma sinestesia vintage, pois fala da descoberta de um diário e uma busca pela dua história, ainda não li o livro, aliás ando meio preguiçosa para ler ultimamente, fases da vida, maaaaaas quando cheguei em casa sentei e peguei o livro, senti o cheirinho de sebo, vi aquelas paginas amarelas lindas e plaft cai no chão duas fotos que estavam no meio.

Duas fotos antigas, de uma criança linda de olhos verdes toda pomposa, e uma moça com duas crianças, um menino ao seu lado e uma menininha no colo, essas fotos ficaram e estão até hoje no meio do livro, carregando muita história dentro delas, não sei quem é e acho que nunca vou conseguir saber, no momento me senti meio Amelie, achando um tesouro escondido, fiquei imaginando quem são, quantos anos tinham na época, em que época é a foto, será que sentem falta dela, alguém colocou lá de propósito? Muitos pontos de interrogação.
Por fim um livro que tem como sinopse um diário perdido, tem duas fotos perdidas. ironias?
Se sabem algum sinal sobre a historia dessa foto (quem sabe o mundo e a internet ainda são pequenos e mágicos) me contate!! Enquanto isso elas farão parte da minha estante e história agora. (ahhhh duas promessas: 1. Ainda ler o livro / 2. Fazer uma crônica sobre essas fotos)








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Em uma tarde banal na casa da minha vó, estava olhando uma fotografia única dela do seu casamento, e perguntei a ela como foi o seu casamento, e a história toda veio a tona, mas nessa historia descobri uma coisa que não sabia, meu avó tocava flauta e tinha uma banda, e essa banda foi quem tocou no casamento deles e que em vez de falsa, a dança do casal foi um bolero chamado - Relógio. Ver minha vó e meu vó cantarolando a música para mim foi lindo, parecia que estava vendo a cena toda, e naquele momento eu decidi que se um dia eu casar dançarei a mesma canção.
Canção essa que procurei na internet. Play.

"Detenha as horas relógio
Pois minha vida se apaga
Ela é a luz que ilumina meu ser, sem seu amor não sou nada"

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Nesse mundo de garimpos de brechó que ando vivendo, tenho amado cada vez mais as descobertas e achados que surgem por aí, e se tem uma coisa que me encanta nas peças antigas e mais vintages, são os detalhes, costuras de marcação, cortes diferenciados, coisinhas funcionais como zíperes em cantinhos estratégicos e botões diferentes, ahhhh os botões, sempre um mais lindo que o outro, já vi botões com brasões, com emblemas, com âncoras, com pedras, com impressões lindas.
Botões esses que não se podem perde no mundo, vejo várias peças que sempre está faltando algum ou a maioria deles, e ai o que acontece, o seu comprador compra a peça, tira o botão solitário e coloca novos iguais, já que o anterior não achará mais para completar e aí pronto, assim some mais um botão no mundo (hahahah a louca e dramática, e olha eu que não tenho influencia nenhuma do signo de câncer na minha vida). Mas enfim, quero dizer que assim nasceu Grazi a colecionadora de botões vintages.

Até o momento possuo três, mas é assim que se começa não?
Se você achar algum botãozinho desses perdido por aí não jogue, me dão !! PLEASE.
Tô pensando em fazer algo com eles, bijuteria, borbado sei lá ou só admirar mesmo.
Olha que lindinhos.



Já disse que amo o Arco da Velha?

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