7 de abril de 2017

Precisamos falar sobre a valorização da coxinha.



Coxinha, sempre  é coxinha, é farinha, massa, frango, tempero, óleo e casquinha; A clássica.
Já encheu mesas de festas infantis e adultas, já alimentou muita mãe solteira e casada, já foi renda extra de estudante e/ou lanche da noite de prova, é aquele tapa na fome da correria do dia, e as vezes aquela janta gourmetizada.

Agora coxinha é mais que bolinha com pontinha, é buque de flores, é recheada com doce, é refeita em vários sabores e amores, inclusive em Coxovo, por que páscoa também é dia dela só que aumentada, aliás que ovo. Coxinha que agora é mais valorizada, porém  nunca foi abandonada, é sinônimo de resistência, de onipresença e sustância brasileira.

Ahh vamos valorizar essa coxinha, sim, gourmetiza-la sim, vamos montar um pedestal para ela, por que uma hora o mérito vem a tona, até parece as minas e monas,  que também são fortalecedoras e clássicas mas agora que talvez começam ser valorizadas.

Aumente essa dose, coloca mais doce , Mas não deixam tomarem posse.
Coxinha, não é a toa que  é um substantivo feminino e forte.

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