23 de maio de 2017

Saldo do Mês {Abril}

Abril, foi aquele mês que me trouxe um revival da Grazi adolescente, só que um teco mais madura vai. Foi o mês que fui para balada depois de seculos, foi o mês que eu disse sim para tudo que apareceu, foi o mês que finalizei conflitos psicológicos, o mês que me mostrou a certeza de certas coisas que não queria ter certeza, mas tive. Foi o mês que abracei amigos nos seus aniversários  e em seu chá de cozinha (amigos de verdade) e por fim foi o mês que mais salvei descobertas de música no spotify.

Para embalar os nuances desse mês, uma dessas descobertas para vocês: Play.

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Em abril, eu andei muito pela cidade, por lojas e afins, eu e minhas amigas organizamos um chá de cozinha para Bruna, a primeira do nosso clubinho que vai se casar e o chá foi surpresa, então ao longo de em torno de uns dois meses, corremos atrás de tudo, o chá foi feito no fim de abril, ou seja houve muitas idas no centro da cidade atrás de enfeites, papeis, fotos e ideias, e nessas andanças achei uma sandália linda e diferentona, que está na primeira foto deste post, o legal é que a sandália é masculina e no pé? Ficou lindona, pronto agora ela é unissex (quem manda nesse gênero sou eu). 
Durante o mês participei de dois eventos em conjunto com a banda Ekena, banda essa que admiro muito, e quando o convite surgiu, meu coração quase não aguentou de alegria, estive em dois shows deles expondo o brechó, e nessas exposições conheci pessoas incríveis que já tenho um certo apreço em pouco tempo, além de carregar os velhos amigos juntos, em um desses shows subimos no palco e gritamos bem alto - QUEM VOCÊ TÁ PENSANDO QUE É .. (não tá entendendo? OUÇA).
Fui para uma balada, onde tocava, funk, pop e sertanejo, e meu Deus quanto tempo que eu não sabia o que era isso? Fui acho que uns 7 meses atrás no mesmo lugar, mas o tema do som era folk/rock. E apesar de que não foi uma noite ruim (realmente não foi), eu sei que não tenho mais idade para isso, mas o teto e suas iluminações eram bem poéticas até haha. 
No fim de Abril a brisa geladinha começou a cair a tarde, e essa brisa, esse climão todo sempre rende um céu degrade, e a vista da minha mesa até que rendeu boas visões disso. 
Minha amiga vai casar, como dito acima fizemos o chá surpresa, e o resultado de tudo isso você vê aqui nas fotos que cliquei por lá, só posso dizer uma coisa - Foi muito amor envolvido.
Ahh recebi produtinhos lindos da loja Geek, comprei uma caneta fofinha de gueixa também passei por margaridas e claro que elas não ficaram sem o seu registro.
E por fim e não menos importante, materializei a minha andorinha na pele.














 


Fiz outra tatoo junto, um olho bem lindinho na canela, outro dia mostro foto hehe.

11 de maio de 2017

|coisas| do ARCO DA VELHA

Há um ano exatamente, eu fui para Ribeirão Preto acompanhar minha mãe e nessas andanças eu me deparei em um sebo bem bacana por lá (até rolou um post aqui), no sebo eu comprei o livro A casa das orquídeas, livro esse que carrega todo uma sinestesia vintage, pois fala da descoberta de um diário e uma busca pela dua história, ainda não li o livro, aliás ando meio preguiçosa para ler ultimamente, fases da vida, maaaaaas quando cheguei em casa sentei e peguei o livro, senti o cheirinho de sebo, vi aquelas paginas amarelas lindas e plaft cai no chão duas fotos que estavam no meio.

Duas fotos antigas, de uma criança linda de olhos verdes toda pomposa, e uma moça com duas crianças, um menino ao seu lado e uma menininha no colo, essas fotos ficaram e estão até hoje no meio do livro, carregando muita história dentro delas, não sei quem é e acho que nunca vou conseguir saber, no momento me senti meio Amelie, achando um tesouro escondido, fiquei imaginando quem são, quantos anos tinham na época, em que época é a foto, será que sentem falta dela, alguém colocou lá de propósito? Muitos pontos de interrogação.
Por fim um livro que tem como sinopse um diário perdido, tem duas fotos perdidas. ironias?
Se sabem algum sinal sobre a historia dessa foto (quem sabe o mundo e a internet ainda são pequenos e mágicos) me contate!! Enquanto isso elas farão parte da minha estante e história agora. (ahhhh duas promessas: 1. Ainda ler o livro / 2. Fazer uma crônica sobre essas fotos)








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Em uma tarde banal na casa da minha vó, estava olhando uma fotografia única dela do seu casamento, e perguntei a ela como foi o seu casamento, e a história toda veio a tona, mas nessa historia descobri uma coisa que não sabia, meu avó tocava flauta e tinha uma banda, e essa banda foi quem tocou no casamento deles e que em vez de falsa, a dança do casal foi um bolero chamado - Relógio. Ver minha vó e meu vó cantarolando a música para mim foi lindo, parecia que estava vendo a cena toda, e naquele momento eu decidi que se um dia eu casar dançarei a mesma canção.
Canção essa que procurei na internet. Play.

"Detenha as horas relógio
Pois minha vida se apaga
Ela é a luz que ilumina meu ser, sem seu amor não sou nada"

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Nesse mundo de garimpos de brechó que ando vivendo, tenho amado cada vez mais as descobertas e achados que surgem por aí, e se tem uma coisa que me encanta nas peças antigas e mais vintages, são os detalhes, costuras de marcação, cortes diferenciados, coisinhas funcionais como zíperes em cantinhos estratégicos e botões diferentes, ahhhh os botões, sempre um mais lindo que o outro, já vi botões com brasões, com emblemas, com âncoras, com pedras, com impressões lindas.
Botões esses que não se podem perde no mundo, vejo várias peças que sempre está faltando algum ou a maioria deles, e ai o que acontece, o seu comprador compra a peça, tira o botão solitário e coloca novos iguais, já que o anterior não achará mais para completar e aí pronto, assim some mais um botão no mundo (hahahah a louca e dramática, e olha eu que não tenho influencia nenhuma do signo de câncer na minha vida). Mas enfim, quero dizer que assim nasceu Grazi a colecionadora de botões vintages.

Até o momento possuo três, mas é assim que se começa não?
Se você achar algum botãozinho desses perdido por aí não jogue, me dão !! PLEASE.
Tô pensando em fazer algo com eles, bijuteria, borbado sei lá ou só admirar mesmo.
Olha que lindinhos.



Já disse que amo o Arco da Velha?

10 de maio de 2017

Tetris

Sentada com as pernas esticadas pensando em infinitos maiores que uma bola de gude psicodélica, tentando focalizar minha atenção a ela para não sentir a sola dos pés latejando de dor, depois de duas horas em um salto médio de conforto mediano também. Olho para o teto e vejo luzes lindas, neons, vermelhas, uma bela composição até.
Converso com pessoas que são bem bacanas, mas um em especifico que também não estava no encaixe da noite, talvez também estivesse observando a composição do teto. 
Não me encaixo mais a isso. Não à balada ou à festas, mas em certos propósitos, na verdade não sei ao certo no que me encaixo, mas sei onde não me encaixo mais. Não consigo me encaixar mais em estereótipos desenhados a caneta, em modelinhos Ken e Barbie, em garrafas de vodkas, em o certo é tal caminho, em emprego fixo e tradicional, em falta de interesses, em amizades por interesses, em concreto sem arte e em conversas monossilábicas.
Espera calma, não sou uma pessoa reta, que só se encaixa na linha vertical ou horizontal, mas sou uma peça de lados fixos, porém um diferente do outro, uma peça que busca agora encaixes que são diferentes mais que se completam formando um todo fechado e completo. 
Como no tetris, vou descendo a vida de uma forma, e no fim já estou de outra, as vezes meio encaixada, as vezes meio completa, as vezes fechada, mas sempre buscando encaixes e conexões para minimizar o acumulo dessa vida. Ah mas de uma coisa eu sei, nessa fase aqui, que estou tenho me encaixado muito bem até.


4 de maio de 2017

#Hastag: Rancho, fim de tarde, cores.

Nem lembro quando foi a ultima vez que fiz esse post de Hastags aqui, a ideia do post é trazer fotos de um dia qualquer, tipo documental, e classificar eles com hastags/palavras chaves do dia, fazia muito tempo que não pegava minha câmera e saia a toa para fazer fotos ou registrar um dia bom, tenho ultimamente feito alguns trabalhos de fotografia, ou quando não é para o brechó e afins, mas aquela fotografia de rotina, de olhar aleatório ou documental, estava sentindo falta disso, ahhh como eu amo registrar esses dias. Por isso no ultimo fim de semana passei uma tarde no rancho do meu pai, lugar no qual sempre rende fotos lindas e dessa vez não foi diferente.
Curtam a música, a brisa imaginária e as fotos que fiz por lá.

Hastags para vocês: #Rancho #fimdetarde #cores










  






Tava com saudade desse por do sol

25 de abril de 2017

Links e Pensamentos {11} Falando nisso ...

Outro dia estava pensando em algumas coisas que na minha adolescência eu não dava a minima, coisinhas banais que não entendia o sentido, uma delas era fazer aniversário e ganhar milhões de sabonetes de marcas de cosméticos como  O Boticário, Natura e etc, eu pensava, mas genteeeee pra que gastar dinheiro com sabonete caro se no mercado tem qualquer um por centavos, me polpem. 
Mas nessa onda eu acumulei uma caixa daquelas organizadoras cheia com esses sabonetes, ficava com dó de usa-los (mesmo dando a minima, mas como tinha ganhado neh), juro esses sabonetes ficaram guardados tipo sei lá por anos, tinha sabonetes que ganhei no meu aniversario de 17 e 18 anos (eu eu tenho hoje 25 hehe). Voltandoooo - Então resolvi colocar eles para uso, a caixa já está acabando e agora eu entendo o porque ganhar eles, quero mais agora, quero sabonetes bonitinhos e cheios de frescuras sim, e você só vai entender isso depois dos 24 anos OK.

Outra coisa que também não dava a minima, era batom, usava apenas brilho labial de menta (aliás esses dias comprei um desses para ter um revival) não achava graça em boca vermelha, roxa, bege, marrom, lembro me de um dia ler essas frases de internet - "que toda mulher tem um batom na bolsa" e eu nunca tive, ateeé ter 20 anos, passei a entender essa frase e o poder que um batom tem (tudo bem se você não entende a frase até hoje, também te entendo). 
Falando em batom , outro dia saindo de casa para trabalhar ouvi uma conversa alheia de uma ma~e com uma filha que parecia ter uns 4 aninhos que me deixou emputecida com a vida, a menininha questionava a mãe porque ela não usava batom vermelho, a mesma respondia em um bom tom assim - EU? USAR BATOM VERMELHO, QUEM USA BATOM VERMELHO É PUTA, É MULHER BISCATE, nunca vou usar isso e você também não. (detalhe eu estava saindo de casa com meu lindo batom vermelho chocante) 
Não consigo entender, quando o machismo vem da parte do homem é repugnante, mas quando eu vejo casos de mulheres expressando machismo, humilhado uma outra mulher, colando a mesma em posições inexistentes, não consigo entender, como pode? É o mesmo de uma mãe falar mal do próprio filho para os outros, se nos mulheres não nós unir, não nos defender, nós libertar e nos empoderar, QUEM VAI? Nós que somos a base, que somos ou seremos mães, que educamos pessoas e filho e que colocamos sentido no mundo não cultivar a era feminista, a era de que somos iguais, quem mais vai? Se não começar por nós, não começará por mais ninguém minha jovem.
Falando em jovem e ainda na vaibe feminista, vi algo do tipo aleatório na net de que Paola Oliveira, prefere a palavra igualdade em vez de feminismo. WHATS? Queria compartilhar esse vídeo com você Paola Linda (clica aqui

Voltando no assunto de diferença da adolescência, uma coisa que passei a entender mais também é o fato da necessidade de companhia, tipo - só vou se você for / ninguém vai comigo, não vou sozinha / que vergonha de chegar lá sozinha, vou ficar onde? / Se eu for sozinha , vou ficar isolada.
Não vou ser hipócrita ao ponto de falar que não penso essas coisas hoje em dia, penso sim, mas bem menos do que antigamente, hoje vejo as coisas de um ponto mais amplo, tenho mais atitude de chegar a lugares sozinhas, conversar, ou até ficar isolada na paz, sem pensar que pessoas estão me julgando por está sozinha em certo lugar, lógico que adoro ter companhia para fazer ir em lugares e fazer as coisas, mas as vezes as coisas não são como eu quero então eu uso um mantra pessoal assim " Não tenho que pensar do que vão pensar de mim, eu sou uma pessoa maravilhosa, as pessoas que estarão lá que vão querer socializar comigo, tão top que sou" Pode até não ser verdade, mas funciona.

Chega de delongas.

Links e coisas que me interessei.

Essa é Ekena, uma cantora aqui da minha cidade, que vem trilhando esse caminho da musica a bom tempo, e sou fã , sempre fui. E recentemente ela e sua banda me soltam esse clipe e essa música que faz arrepiar cada fio do meu corpo, dá o play ! MERECIDO.


Outro dia vi um post do Hypness, mostrando o reitei de um passeio de trem que é considerado um dos 10 passeios mais lindos do mundo, e esse passeio fica onde? EM CURITIBA - Serra Verde Express. (confira a matéria). Olha essa vista , já quero.


Katarina é fotografa, blogueira e viajante e mora onde? São Carlos, há trinta minutos de mim, e como faço para conhecer esse serzinho iluminado e inspirador? Conheci seu insta sem querer, e depois conheci seu trabalho e depois o blog e pronto, cantem comigo - me apaixooooneeeeeeei.

Comecei a assistir a séria GIRLBOSS (baseada na biografia do mesmo nome), e me diz como não li essa bio ainda? To amando a a sério e me identificando com cada loucura e atitudes da Sophia, #ficaadica. Alias a produção de moda, de fotografia e sonora tá demais. Ahhh só eu to achando a Britt Robertson com a cara da Jennifer Lawrence na série?


Ahh esse post tá tão GIRL POWER  hoje, e por isso não poderia faltar essa publicação da Maria Emília no insta, essa é Amelie a filha dela , que a coisa mais linda desse mundo, mas no dia internacional da mulher Maria publicou essa foto junto com um texto lindo de empoderamento, fazendo florir coisas aqui no coração. (seu insta pe mara , vejam aqui


Por fim, conheça os Mule Loafers - nova febre que vai invadir a moda daqui uns dias, esse é um modelo da Gucci, que to in love, porém pobre, vou buscar algo parecido no meu mundinho de brechó e customizar quem sabe !! 


Eu sei que os pensamentos e as coisitas estão bem excessivas hoje, mas o amor é assim mesmo neh, e ele está presente aqui, então tá bom. 


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